Ah, meus companheiros é com prazer que lhes informo que um dos arrepios que eu tive nessa temporada de carnaval foi no ensaio da Imperatriz Leopoldinense, com aquele samba que já cansou de receber elogios feito pelo Guga e seus parceiros Gil, Jeferson, Flavinho e Me Leva. Não há como não se emocionar quando seus ouvidos deixam de ouvir a bateria e nem percebem que ela parou de tocar, pois seus olhos estão perplexos diante daquele mar de gente de mãos para o céu e de peito aberto cantando:
Ou ao menos se emocionará com a singeleza da porta-bandeira que pára diante da pequena bandeira pintada a mão no palco com a inscrição "1980" e coloca o punho cerrado sobre o seio suado e, cheia de orgulho da sua escola, como se estivesse certa do título canta:
Ainda houve tempo de perceber os olhos cheios d'água do cantor Elymar Santos quando a escola passava em um ensaio com ritmo de desfile. E que desfile!
Não resta dúvida de que a Imperatriz Leopoldinense resgatou o orgulho dos seus componentes e emocionará semana que vem, quando desfila na Marquês de Sapucaí.
Só posso chamar de louco o próximo indivíduo que ousar afirmar que a Leopoldina é uma escola fria.
"A Imperatriz é um mar de fiéis
No altar do samba em oração"
No altar do samba em oração"
Ou ao menos se emocionará com a singeleza da porta-bandeira que pára diante da pequena bandeira pintada a mão no palco com a inscrição "1980" e coloca o punho cerrado sobre o seio suado e, cheia de orgulho da sua escola, como se estivesse certa do título canta:
"A fé enche a vida de esperança"
Ainda houve tempo de perceber os olhos cheios d'água do cantor Elymar Santos quando a escola passava em um ensaio com ritmo de desfile. E que desfile!
Não resta dúvida de que a Imperatriz Leopoldinense resgatou o orgulho dos seus componentes e emocionará semana que vem, quando desfila na Marquês de Sapucaí.
Só posso chamar de louco o próximo indivíduo que ousar afirmar que a Leopoldina é uma escola fria.